Petrópolis Convention e Visitors Bureau

Dia do Patrimônio Histórico Nacional

17/08/2020

Como não falar da nossa cidade num dia tão importante como esse?

Aqui se exala história...

Por isso, separamos alguns trechos da história da nossa querida Petrópolis para você conhecer um pouquinho. A verdade é que quando andamos pelo centro histórico, não tem como não notar as mansões, os sobrados, a casa da Princesa Isabel e tantos outros prédios incríveis que fazem a cidade ser uma das mais visitadas do mundo.

Agora vamos fazer uma viagem no tempo...

O conjunto urbano-paisagístico da Avenida Köeler, em Petrópolis, foi tombado pelo Iphan em 1964, e o tombamento estendido em 1980 e 1982. Inicialmente denominada Avenida D. Afonso, este é um dos principais logradouros do plano urbanístico de Petrópolis, criado pelo major Júlio Frederico Köeler. É também o patrimônio que se conserva mais íntegro em seus aspectos paisagísticos e urbanísticos. O acervo arquitetônico da avenida compõe-se de exemplares que, na sua maioria, conservam-se íntegros. 

Avenida D. Afonso                                       Posteriormente a Praça da Liberdade

Construídas entre a segunda metade do século XIX e o início do século XX, as edificações apresentam certa variedade de estilos (neoclássico final, fase romântica dos chalés e ecletismo). O tombamento inclui as avenidas Sete de Setembro, Tiradentes e Ipiranga; as ruas São Pedro de Alcântara e Raul de Leoni; a Praça Visconde de Mauá e a Catedral, além de inúmeras casas. No leito do rio Quitandinha está o eixo central da avenida, abrangendo a área que se estende da antiga Praça de São Pedro de Alcântara - onde se localiza a Catedral - até o antigo Largo Dom Afonso (posteriormente Praça da Liberdade e atual Praça Rui Barbosa). 

Mansões da Avenida Köeler


A Cidade Imperial, como é conhecida, se tornou a localidade preferida de artistas, intelectuais e nobres da época, como Nair de Teffé, Rui Barbo, Barão do Rio Branco, entre outros, que se instalaram em suntuosas mansões. Mesmo com a Proclamação da República e exílio da Família Imperial, Petrópolis manteve seu prestígio. De 1894 a 1903 foi capital do Estado do Rio de Janeiro. Na cidade, ocorreu a assinatura do tratado - entre o Brasil e a Bolívia - que anexou o Acre ao território brasileiro, em 1903. A partir de 1904, a antiga residência do Barão do Rio Branco se tornou a casa de veraneio dos presidentes da República.

Palácio Rio Negro 


O Dia do Patrimônio Histórico foi criado em 1998, homenageando o centenário do nascimento do advogado, escritor e jornalista Rodrigo Melo Franco de Andrade, primeiro presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Em 2020, Rodrigo completaria 122 anos.

Grande parte dos lindos imóveis localizados no nosso Centro Histórico, além das árvores e rios, são tombados pelo Iphan, que é responsável pela fiscalização do estado dos mesmos e pela autorização de alterações nos locais. Além do órgão, há também os tombamentos realizados pelo Inepac (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).

Os órgãos são responsáveis pelos tombamentos de imóveis de, pelo menos, 40 ruas da cidade, desde a primeira inscrição, em 1937, além de no mínimo 13 inclusões ao longo do último século.

Entre os espaços tombados pelo Iphan e pelo Inepac, estão importantes vias da cidade, como as Avenidas Koeler, Ipiranga e Piabanha, as Ruas do Imperador, Montecaseros, Doutor Sá Earp, assim como as Praças Rui Barbosa, Princesa Isabel e Visconde de Mauá, além de outros espaços públicos.

Também são considerados elementos dos tombamentos: muretas, guarda-corpos, árvores plantadas às margens dos rios, pontes, etc. O painel doado por Djanira da Mota para o Liceu Municipal Cordolino Ambrósio também faz parte do patrimônio.

Há, no total, 16 rios tombados ao redor da cidade, sendo o Piabanha e cinco afluentes; o Quitandinha e cinco nascentes que deságuam no mesmo; e o Palatino (antigo Córrego Seco) e mais três afluentes.

Ufa! É muita história pra contar!

Mas já deu pra mostrar um pouquinho da importantíssima data de hoje, e convidar você pra ver de perto toda nossa história, então, assim que possível... VISITE PETRÓPOLIS!




Meu nome
é Luciana Peixoto, sou petropolitana, comunicadora e apaixonada por turismo!
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Fonte: Diário de Petrópolis, Iphan Petrópolis.





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